Ala fun fun Babá
Passos lentos, mas certos da vitória
Ala fun fun Babá
Calma na alma, e doçura na vida
Alá fun fun Babá
De Elejegbo a Salvador sempre a mesma paz
Alá fun fun Babá
Baba mi Osogian
Ala fun fun Babá
A paz também vai a guerra
Alá fun fun Babá
Babá mi Osolufon
A trégua eterna dos dias de paz
Alá fun fun Babá
A paz eterna , na trégua da guerra.
Epa Babá
Machado Branco
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Adoro o engano
Os enganos meus, os seus, os nossos
Adoro os ledo enganos,
que garantem o dobro do preço pra descobrir
que se enganou.
adoro o engano,
que lhe obriga a rescindir o fosco
que pintou daquilo.
Desse tom esmaecido que tramou, oriundo
dos seus anos de praia.
Adoro o engano,
adoro os enganos, convictos e cheios de si,
os enganos que nos encontram e nos afastam
que despertam e alertam, pra onde mora o eu.
Adoro o engano,
Das certezas náufragas, das impressões bêbadas,
dos tombos sóbrios, da presunção apresuntada.
adoro o engano,
do blasé compulsório que tive
quando vi seu engano.
Ahh eu adoro o engano.
Severo Brincante.
Amor Tranca-Rua
Você é um Tranca-Rua do amor.
Encruzilhou meu caminho,
Fechou as portas, jogou as chaves fora,
Não deu mais brecha, nem que eu pudesse
nem por uma fresta, passar.
Você tranca a rua do amor.
Não me deu espaço, marcou o meu passo
me amarrou.
Você trancou a rua do amor.
Depois de você não acendo nem vela
pra caminho encontrar,
Encruzilhada estou.
Você é um Tranca-Rua do amor.
Me bebeu, me fumou, de bituca me fez,
deu seu ultimo gole e sambou.
Você é um amor Tranca-Rua.
Machado Branco & Severo Brincante
27/11/2014
Encruzilhou meu caminho,
Fechou as portas, jogou as chaves fora,
Não deu mais brecha, nem que eu pudesse
nem por uma fresta, passar.
Você tranca a rua do amor.
Não me deu espaço, marcou o meu passo
me amarrou.
Você trancou a rua do amor.
Depois de você não acendo nem vela
pra caminho encontrar,
Encruzilhada estou.
Você é um Tranca-Rua do amor.
Me bebeu, me fumou, de bituca me fez,
deu seu ultimo gole e sambou.
Você é um amor Tranca-Rua.
Machado Branco & Severo Brincante
27/11/2014
Golpe baixo
Pode até não acusar o golpe,
mas que vai passar um bom tempo
com a mão no peito, ahh isso vai
Quem disse que o amor não bate?
Bate, e bate muito.
No ringue da vida, o amor é invicto,
de todo jeito ele sai ganhando,
Seja por bem, ou por mal.
Severo Brincante
27/11/2014
mas que vai passar um bom tempo
com a mão no peito, ahh isso vai
Quem disse que o amor não bate?
Bate, e bate muito.
No ringue da vida, o amor é invicto,
de todo jeito ele sai ganhando,
Seja por bem, ou por mal.
Severo Brincante
27/11/2014
Elegun
Somos Eleguns dos muitos eu's
As palavras , Eleguns dos sentidos,
Os sentidos, Eleguns das ações,
As ações, Eleguns de seus tempos,
Elegun, Cavalo-do-santo,
Que carrega a vida,
e eles que nos carregam
Machado Branco
27/11/2014
As palavras , Eleguns dos sentidos,
Os sentidos, Eleguns das ações,
As ações, Eleguns de seus tempos,
Elegun, Cavalo-do-santo,
Que carrega a vida,
e eles que nos carregam
Machado Branco
27/11/2014
Èlébara
ÈLÉGBARA
É LEBARA
ELE PARA
ELE PÀ ( mata)
ÈLÉGBARA
ELE É BARRA
ÈLÉPÒ
É ELE PÔ
O CARA
ÈLÉGBARA
ÈLÉGBA
ELEGUÁ
ELE GUIA A
ÈLÉGBA.
Machado Branco
27/11/2014
É LEBARA
ELE PARA
ELE PÀ ( mata)
ÈLÉGBARA
ELE É BARRA
ÈLÉPÒ
É ELE PÔ
O CARA
ÈLÉGBARA
ÈLÉGBA
ELEGUÁ
ELE GUIA A
ÈLÉGBA.
Machado Branco
27/11/2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Não consigo deter
Nao consigo deter,
esse estranho ofegar,
que tenho quando vejo você.
Não consigo deter.
Não consigo deter,
essa luz que emana dos seus olhos
radiando brilho dos faróis.
Não consigo deter.
Não consigo deter,
esse descompasso, perante a você
que atravessa meu samba e a bateria.
Não consigo deter.
Não consigo deter,
essa boca vermelha, que escapa sorrisos
e caprichos que escorrem sem fim.
Não consigo deter.
Não consigo deter,
essa sina de amar as águas,
mesmo não sabendo nadar.
Não consigo deter
Não consigo deter,
essa gula duma alma carente
faminta dos beijos que nunca vão dar.
Não consigo deter
Não consigo deter,
essa força capaz de atrair
o meu eu e você.
Essa eu não quero deter.
Severo Brincante
27/11/2014
esse estranho ofegar,
que tenho quando vejo você.
Não consigo deter.
Não consigo deter,
essa luz que emana dos seus olhos
radiando brilho dos faróis.
Não consigo deter.
Não consigo deter,
esse descompasso, perante a você
que atravessa meu samba e a bateria.
Não consigo deter.
Não consigo deter,
essa boca vermelha, que escapa sorrisos
e caprichos que escorrem sem fim.
Não consigo deter.
Não consigo deter,
essa sina de amar as águas,
mesmo não sabendo nadar.
Não consigo deter
Não consigo deter,
essa gula duma alma carente
faminta dos beijos que nunca vão dar.
Não consigo deter
Não consigo deter,
essa força capaz de atrair
o meu eu e você.
Essa eu não quero deter.
Severo Brincante
27/11/2014
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