quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Pedindo as contas.



O amor pediu as contas, e saiu achando que ainda tinha razão disse que ali, não mais ficava,  que não tinham as condições básicas para fazer um bom trabalho. Nada dissemos a ele... Deixamo-lo pensar que o seu trabalho sempre fora bom e que nós dependíamos de sua presença. Ele saiu com a convicção da frieza matemática que era o suprassumo e sem ele nós fecharíamos as portas, que não teríamos know-how para desenvolver mais nada.

Ficamos sobressaltados com tamanha pretensão, um mero funcionário, integrante de um processo como uma peça qualquer do jogo, com complexo de superioridade. Nós dessa empresa vital acreditamos que existem outros funcionário importantes no processo, temos uma linhagem socialista, aqui o papel de todos tem o mesmo peso, e mesmo tendo afinidades maiores, não há predileção.  Ao contrário de outras repartições, que dão a esse tipo de funcionário, carta branca pra mandar e desmandar.

Engraçado... Chega a ser intrigante essa presunção deste rapaz mal sabe ele, que a maioria dos transtornos, nessas corporações se deve a ele e a função que funcionário deste tipo exerce.

A bomba sempre estoura não mão dele. Só que devido ao apelo carismático que esse funcionário tem sempre o readmitimos, sempre na primeira oportunidade, ele retorna ainda mais convencido. Particularmente acreditamos que independente da boa relação que ele tem nos espaços que ele transita aqui nessa empresa trabalho é trabalho.

E por mim, Chefe do Departamento de Recursos Humanos, ele saia por justa causa e não voltava mais.


Severo Brincante

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Pediu pra Morrer!



O amor chegou por aqui...
Pediu guarita,  eu dei...
Ele bagunçou... Mandei matar!!!


Saiu em defesa dele
A paixão, a felicidade,
Riso frouxo...

Recuei...

Dei a ele outra chance...
Ainda maroto, bagunçou de novo.
Mandei matar!

Desisti...

Saiu em defesa dele
O tesão, o prazer,
O gozo, e o êxtase...

E uma terceira vez, acreditei nele...
E sem mais pestanejar
Mandei Matar!!!

Relutei...

Saiu em defesa dele
O companheirismo, a cumplicidade.
E o carinho...


Não dei mais ouvidos aos seus defensores
E o Matei!!!

Matei, Matei e Matei... E ele Morreu!

Pior do que carregar a morte dele nas costas
É saber que sua presença, nunca mais ele
Reinará nesta vida!


Severo Brincante

sábado, 23 de junho de 2012

Esquerda de Direita

Olha, eu não sou de ficar discutindo, convicções políticas atoa, e principalmente em rede social, mas PUTAQUEOSPARIU, eu não sou nenhum velha guarda, não vivi nenhum momento histórico memorável, que possa me transformar num dinossauro político, mas a história não nega, essa é a "ESQUERDA MAIS DIREITA" de todos os tempos no governo da BAHIA, e olha que eu já li, estudei , ouvi muito se falar em governo "CARLISTA", e tudo mais, Ops...ele não é "carlista" ele é ESQUERDISTA, por isto mesmo pasmem.

A referência que tenho de Wagner, Wilhelm Richard , maestro, compositor, diretor de teatro e ensaista alemão, primeiramente conhecido por suas óperas, viveu no sec XIX, Mas o Wagner daqui, nada se parece com o harmonioso compositor, muito pelo contrário, com sua postura dura, irredutível, algoz da educação, este político, carioca radicado na Bahia, tem flagelado o povo baiano, com tamanha altivez, propondo tudo, que não, o esperado de um governo esquerdista: democrático, fluido ao diálogo.

Este Wagner, o Jaques, protagoniza a maior das improbidades administrativas, e ai, eu não falo em dinheiro público não, mas eu falo em bens não tangíveis, como o conhecimento, ou o futuro da educação da Bahia, já precária, defasada, e agora, agonizando não mão de um governador, sem a menor sensibilidade, e sem o menor dom para a administração pública. Fica aqui o meu repúdio, não só a essa farsa esquerdista, mas ao desrespeito aos dignos professores, e aos já moribundos estudantes da rede pública, que já não têm nada, e agora ja não lhes faltam nada.

Nilo Cerqueira.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Pose de Mulher

Não se esconda atrás
dessa mascara de pose
e de empáfia, não
repouse sobre essa
fama, fama boa é a de
casada, sabes tu?
ném és amada,
quem dirás...